MISAM - MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DO AMAZONAS - PALACETE PROVINCIAL


Já faz algum tempo que visitei o MISAM - Museu da Imagem e do Som do Amazonas, na época tinha por objetivo divulgar em partes, os museus contidos no Palacete Provincial. O tempo foi passando e somente agora ponho em prática uma pequena parte desse desejo.


O MISAM foi criado em 2000 e funcionou num anexo ao lado do Palácio Rio Negro. Na época, a minha amiga Gisele Lima (bibliotecária) participou ativamente de todas as etapas do projeto. Era apaixonada por esse trabalho e creio, aprendeu bastante com a experiência.


Atualmente funciona no Palacete Provincial e comporta ao mesmo tempo duas finalidades, oferecer serviços junto ao acervo de som e imagem e atividades museológicas com três exposições permanentes que versam sobre o CINETEATRO GUARANY, sobre o cineasta SILVINO SANTOS e sobre MÁQUINAS FOTOGRÁFICAS em variados tempos. No local, há também computadores, onde o usuário pode ter acesso à internet por meia hora e cabines individuais para consulta do acervo (Projeção de Filmes).


De acordo com dados contidos no portal oficial do governo, o MISAM "foi instalado com tecnologia de ponta em parceria com empresas privadas e tem por objetivo pesquisar, coletar, conservar, divulgar e popularizar acervos de imagens, áudio e vídeo relativos a Amazônia, através da imagem, do áudio e do vídeo".

O acervo é formado por negativos, discos vinis, cartões postais, fitas VHS e DVDs com diversificados filmes antigos e atuais, bem como desenhos animados, documentários regionais e outros. A consulta é apenas local.

Considero de grande valia para a cidade a criação do MISAM, porém observei que possui um dado muito negativo que consiste na possibilidade de assistir filmes apenas de forma individual. O serviço só é permitido em telas muito pequenas e não há espaço para atender duas pessoas. Deixo como sugestão repensar essa ideia, haja vista que fui justamente levar meu amigo Peter Janzon (sueco), que havia manifestado o desejo de assistir ao filme "A Selva", após ter conhecido o Museu do Seringal.


Argumentamos e conseguimos assistimos juntos trinta minutos mais ou menos em um separado, espécie de bancada com reservados individuais, graças a gentileza do senhor Judson Dantas e da estagiária Graciele. Em dado momento porém o filme não mais funcionou...aproveito o ensejo para sugerir também observação quanto a cópia do filme, haja vista ser indispensável nesse acervo e a que vimos não era original.

Tivemos que terminar "A Selva" em outro espaço também no centro de Manaus, no CINE VIDEO CLUBE do centro de artes - CAUA/UFAM...Mas essa é outra história!

OBS: Não é permitido fazer fotos no interior do Palacete, porém as três imagens da área interna contidas nessa postagem foram gentilmente cedidas por Ricardo Oliveira, excelente fotógrafo amazonense.
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