CASA DE CULTURA DE MARICÁ - RIO DE JANEIRO


Quando fui ao Rio de Janeiro, em dezembro de 2011, tive a possibilidade de conhecer além da Biblioteca Pública Municipal, a Casa de Cultura de Maricá que funciona num bonito casarão construído no século XIX, localizado na principal praça da cidade.


Confesso que assim que desci do ônibus, ao longe, quando vi o casarão, pensei tratar-se da biblioteca pública, mas logo soube que o lugar abriga importantes elementos da Cultura local, compostos pelo Museu Histórico, a Academia de Letras de Maricá e a Casa do Artesão.


O principal espaço museológico, funciona na parte superior e se compõe por uma série de materiais doados pela própria comunidade. Desde utensílios domésticos, móveis, moedas, troféus, discos, fitas e vários outros objetos.


Durante a visita, percebi que numa das janelas que tem vista para a igreja, havia sempre algumas jovens. Era um lugar disputadíssimo, pois dois espaços do vidro haviam sido retirados e facilitavam a visão. Também quis ficar nesse cantinho, mas tive que esperar a minha vez...


Assim que pude, parei para apreciar a vista e ver a população de Maricá em seu cotidiano. Me pus então a imaginar como devia ser o ir e vir das pessoas na praça a cem anos...


Carregado de história, o prédio já desempenhou várias funções, sendo sede da Prefeitura, Câmara Municipal, Cadeia Pública e até agência do Banco do Brasil.

No momento em que visitei, estava em exposição “África Brasil – O legado de Abdias Nascimento”, uma mostra que contava a trajetória desse que foi político, ativista do movimento negro e diretor do Teatro Experimental Negro (TEN) no Brasil.

O espaço é realmente muito especial e com certeza o principal cartão postal da vida cultural de Maricá!


Endereço: Praça Orlando de Barros Pimentel, Centro.
Horário de funcionamento: Terça a sexta, das 9h às 17h
sábados e domingos, das 13h, às 17h.
Entrada Gratuita
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1 comentários:

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Aparício Fernando
admin
11 de maio de 2013 09:12 ×

Num ‘jogo de cartas marcadas’, a Secretaria Municipal de Assistência Social e Participação Popular de Maricá promoveu um Processo Seletivo Simplificado para contratação por tempo determinado para Assistentes Sociais e Psicólogos. Como já era previsto, segundo ‘voz corrente’ entre os inscritos, somente os candidatos que foram demitidos e eram remanescentes do último processo foram selecionados para reintegrar os quadros oferecidos pela Secretaria. A relação nominal dos candidatos aprovados deixa clara a intenção da Secretaria de reconduzir seus ‘apadrinhados’ aos cargos disponíveis. Dos 30 primeiros Assistentes Sociais aprovados e convocados 20 são ex-contratados e os outros 10 têm de uma forma ou de outra ‘afinidades’ com membros do governo de Maricá. Do 31º ao 40º colocado, número limite de convocações explicitas no edital, todos também têm alguma ligação com a cidade. A partir do 41º até o 134º, em sua grande maioria, só consta candidatos de outros municípios, chamados de ‘estrangeiros’.

Outro dado alarmante é a coincidente sequência de aprovados em relação à numeração da inscrição. O número de inscrição de cada candidato foi atribuído por ordem de chegada ao local indicado. Pois bem, estranhamente algumas sequências de aprovados deixam margem à especulação em relação à lisura do processo seletivo. Candidatos com números de inscrição: 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10; 55, 56, 57 e 58; 105, 106, 108 e 109 estão entre os 30 primeiros convocados, numa clara evidência de que essas pessoas estavam em grupo. Sendo no mínimo conhecidas, mesmo porque trabalhavam juntas até bem pouco tempo como contratadas na Secretaria Municipal de Assistência Social e Participação Popular. Isso deixa claro de que esses candidatos aprovados marcaram, entre si, dia e horário para efetuarem suas inscrições em conjunto.

Tal atitude da Secretaria Municipal de Assistência Social e Participação Popular de Maricá denota total falta de respeito com os candidatos que vieram dos mais distantes lugares, tanto para fazerem as inscrições quanto para a redação. Os candidatos, iludidos, perdem tempo e dinheiro quando na realidade estava tudo combinado e já se sabia quem seriam os aprovados no fatídico processo seletivo. Inclusive no dia da redação, 28/04, o comentário entre os candidatos era de que somente os inscritos que haviam sido demitidos anteriormente por término de contrato é que seriam aprovados. Após a aplicação da redação, já do lado de fora do C.E.M. Joana Benedicta Rangel, ouviu-se relatos de que os servidores da Secretaria que monitoravam os candidatos trataram os mesmos com desdém e ‘piadinhas’ em ‘tom’ irônico. Curiosamente alguns candidatos, em várias salas, entregaram a folha de redação com apenas 20 minutos do seu início enquanto outros demoraram até 3 horas para terminá-la.

Se a intenção da Secretaria era realocar os ‘apadrinhados’ deveria apenas readmiti-los, e não usar de má fé gerando uma falsa expectativa nos incautos candidatos. Cabe agora ao Ministério Público averiguar essas denúncias solicitando à Prefeitura de Maricá explicações materiais sobre a probidade na execução do Processo Seletivo.

Parabéns Aparício Fernando.
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