JONATHAS CARVALHO - PROFISSÃO: BIBLIOTECÁRIO


Jonathas Carvalho pode ser definido como o Bibliotecário atuante de uma nova geração de profissionais. É Doutor em Ciência da Informação, professor do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Cariri, escritor e colunista da Revista Biblioo. Suas produções em grande maioria tratam sobre identidade social e cultural, aspectos teóricos, históricos e epistemológicos da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, entre outros. Meus laços de relação com Jonathas Carvalho antecedem o período das ações do Movimento Abre Biblioteca, em Manaus, em 2012, contudo, foi naquele período que ficou estabelecido um elo por seu apoio, que veio em forma de palavras. Creio que ele não saiba, (assim como tantos outros de fora de Manaus), mas seu posicionamento ajudou a sustentar aquela luta. Jonathas Carvalho acaba de lançar o livro “Tópicos em Biblioteconomia e Ciência da Informação: epistemologia, política e educação”. Nessa entrevista, Jonathas nos oferece uma excelente oportunidade de conhecer vários aspectos de sua relação com a carreira biblioteconômica!

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1. Conte-nos onde nasceu, cresceu e como foi a sua relação com a leitura nos primeiros anos.

Nasci na cidade de Fortaleza, em 27 de abril de 1983, onde se deu quase toda minha formação desde a educação infantil até a superior. Minha relação com a leitura aconteceu da seguinte forma: desde a educação infantil até a educação fundamental I já havia uma destacada preferência pelas leituras relacionadas à história e sociedade (no período cursava uma disciplina chamada “Estudos Sociais, que congregava conhecimentos diversos sobre a sociedade e me instigava de forma latente leituras sobre a realidade social). Gostava muito de ler e me aventurar nos livros didáticos, bem como gostava muito de ilustrar o que lia de diversas maneiras (texto escrito, desenhos, pinturas etc). No entanto, confesso que eu não priorizava às chamadas leituras literárias tradicionais. Não sei precisamente o motivo, mas desde a infância, gostava muito de leituras que envolvessem aspectos mais realísticos como investigações, histórias de família, sociedades, países, animais, entre outros. Talvez por já visualizar a leitura literária tradicional através da contação por professores e alguns familiares e não sentir tanto impacto, sentia-me curiosamente afeito em conhecer outros aspectos de leitura vinculados à realidade social. Desde criança, era muito curioso sobre os fatos do meu cotidiano, seja na escola, seja entre familiares e amigos, o que, talvez, tenha despertado o interesse pela chamada leitura de mundo em diálogo com a leitura da palavra, conforme estabeleceu Paulo Freire.

2. Quando você teve acesso a uma biblioteca pela primeira vez?


Meu primeiro e mais constante acesso à biblioteca na infância foi quando cursava o Ensino Fundamental I. Talvez, por este motivo, eu valorize de maneira mais enfática a biblioteca escolar por ser a base que constitui uma cultura informacional de biblioteca. Pela minha trajetória, creio que se o sujeito não constituir acesso continuado à biblioteca escolar ou pública quando ainda criança e adolescente dificilmente desenvolverá uma cultura mais sólida de acesso à informação, via biblioteca, no futuro. Quando eu acessava a biblioteca escolar era no contra turno (eu estudava pela tarde e pelo menos duas vezes na semana ia pela manhã usufruir da biblioteca escolar) com duas finalidades: subsidiar os meios para o desenvolvimento das atividades das disciplinas; e ler livros que versassem sobre história e sociedade. Confesso que gostava muito de ler enciclopédias pelo caráter generalista de conteúdo que apresentava e pela gama de conhecimentos que era possível construir sobre assuntos diversos.

3. O que lhe motivou a escolher o curso de Biblioteconomia?

Em verdade, não entrei na Biblioteconomia como prioridade. Minha prioridade eram os cursos de História e Filosofia. Como sempre gostei muito da área de humanas e, na Universidade Federal do Ceará (UFC), o Curso de Biblioteconomia está situado no Centro de Humanidades, escolhi prestar vestibular para a área, visando aprofundar conhecimentos no contexto das ciências humanas e sociais e possivelmente transferir posteriormente para o curso de História. No entanto, meus planos em nada deram certo (ainda bem! risos). No primeiro ano de curso fiz disciplinas introdutórias que ainda não me faziam emergir efetivamente na Biblioteconomia, pois minhas leituras eram muito voltadas para fundamentos históricos, filosóficos e sociológicos contemplando minha afinidade nas Ciências Humanas. Por isso, para balancear a construção de conhecimentos, frequentava com certa constância a biblioteca de ciências humanas (BCH) buscando leituras que me referenciassem na Biblioteconomia. Leituras que fiz entre o primeiro e quarto semestres do curso como Rubens Borba de Moraes (Livros e Bibliotecas no Brasil Colonial), Edson Nery da Fonseca (Problemas Brasileiros de Documentação e Introdução à Biblioteconomia), Oswaldo Francisco de Almeida Júnior (Sociedade e Biblioteconomia, Caderno sobre ação guerrilheira do bibliotecário – Biblioteconomia guerrilheira), Francisco das Chagas (Ensino de Biblioteconomia no contexto Brasileiro e Biblioteconomia, educação e sociedade), César Augusto Castro (História da Biblioteconomia Brasileira) estimulando uma ampla identificação com a Biblioteconomia, em especial, nos aspectos sociais (incluindo cultura e educação) e históricos-epistemológicos da área.

4. Que disciplina mais gostava quando era estudante?


É difícil eleger uma disciplina, de modo que tinha muita identificação com disciplinas dos setores de Fundamentos teóricos da Biblioteconomia, Recursos e serviços e Pesquisa. Por isso, elejo às seguintes disciplinas que mais gostava: Introdução à Biblioteconomia e Teorias da Informação e da Comunicação (Setor de fundamentos teóricos da Biblioteconomia), Serviços de informação (Recursos e serviços), Metodologia da Pesquisa (Pesquisa), além da disciplina de Estudo de usuários pelo sua polivalência no âmbito do setor de recursos e serviços e incentivo à pesquisa.

5. Que tipo de biblioteca tem mais afinidade (escolar, pública, universitária, especializada, etc)

A biblioteca que tenho mais afinidade é a escolar, tanto pela minha formação escolar, quanto pela militância político-educacional e atuação profissional (esta última que desenvolvi quando era aluno da graduação através da “CAMPANHA CADA ESCOLA UMA BIBLIOTECA E CADA BIBLIOTECA UM BIBLIOTECÁRIO” entre 2005 e 2007), além das atividades de ensino, pesquisa e extensão que desenvolvo como docente. Mas também tenho muita afinidade com a biblioteca comunitária (por já ter atuado como voluntário na implantação de uma biblioteca comunitária e como bibliotecário em uma biblioteca comunitária), além da biblioteca pública (por atender uma diversidade de públicos que permite o desenvolvimento de práticas sociais diversas) e universitária (por oferecer uma diversidade de serviços especializados para a comunidade de usuários).

6. Conte-nos um pouco de sua trajetória profissional.

Cursei Biblioteconomia entre 2003 e 2006 na Universidade Federal do Ceará. Minha trajetória profissional na área foi voltada para atuação em biblioteca comunitária (2007 e 2008), biblioteca escolar através de um projeto de parceria entre a UFC e a Prefeitura de Fortaleza (2008). Ainda em 2008 fui professor substituto do Departamento de Ciências da Informação da UFC e no fim do mesmo ano fui aprovado para docente da UFC – Campus Cariri (desde 2013 Universidade Federal do Cariri - UFCA) e assumi no início de 2009. Atuo como docente desde 2009 até hoje na UFCA desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão no contexto da biblioteca escolar, estudo de usuários/mediação da informação, pesquisa e fundamentos históricos/epistemológicos/filosóficos da Biblioteconomia/Ciência da Informação/informação. Em 2010 cursei o mestrado em Ciência da Informação pela UFPB, concluindo-o em maio de 2011. Ainda em 2011 fui aprovado no doutorado em Ciência da Informação da UFBA iniciando-o em 2012 e concluindo-o em 2014 (obtendo afastamento em 2013 e 2014 para consecução da tese). Em 2015, retorno como professor adjunto trabalhando ativamente em atividades de ensino e pesquisa, assim como em atividades estratégicas do Curso de Biblioteconomia em parceria com a professora Cleide Rodrigues, em especial, a aprovação da Especialização em “Gestão em ambientes de informação (início em outubro de 2015) e do “Mestrado Profissional em Biblioteconomia (MPB) aprovado em 16/12/2015 e com início das atividades letivas em 22/03/2016. Na minha trajetória profissional e acadêmica, ainda atuei com a normalização de monografias, dissertações, teses e livros (desde a graduação) confessando ser um relevante e estratégico campo de atuação profissional autônoma para o bibliotecário com efetivas perspectivas de rentabilidade.

7. Que conselho daria para uma pessoa que deseja seguir a carreira bibliotecária?

Aconselho a refletir, desde o início do curso, às principais possibilidades de atuação na área. Recomendo já no início do curso que observe os setores que compõem à Biblioteconomia (fundamentos, pesquisa, recursos/serviços de informação, organização e tratamento da informação, tecnologias da informação e gestão da informação, buscando leituras e identificando quais às principais afinidades e nichos para atuação profissional. Um bibliotecário de qualidade é aquele que observa com detalhes às perspectivas de atuação e realidade da área e busca aplicá-las da maneira mais alvissareira para si e a para a área. Recomendo ainda aproveitar ao máximo às experiências e práticas da área através do envolvimento com atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como participando dos eventos regionais e nacionais de estudantes de Biblioteconomia (EREBD e ENEBD), visto que são oportunidades diferenciadas para partilha de experiências e informações, identificação sobre a cultura de conhecimento da área e estímulo para atuação bibliotecária. 

8. Em que momento você desmistificou o fazer bibliotecário, haja vista que a maioria das pessoas ingressa na universidade acreditando que o ambiente de trabalho está condicionado somente a livros e espaços de bibliotecas?

Minha principal desmistificação do fazer tradicional do bibliotecário foi com a atuação no âmbito da normalização de monografias, dissertações, teses e livros, além de consultorias e auxílios nas atividades profissionais de bibliotecários no âmbito da elaboração de projetos na organização em que atua para captação de recursos, parcerias institucionais, criação de produtos/serviços, assim como o estímulo à qualificação acadêmica de bibliotecários no contexto da pós-graduação em nível de mestrado e doutorado. 

9. Você acha que uma pessoa que escolhe essa profissão tem que gostar de ler?  

Creio que esta discussão é comumente traçada de forma redutiva ao caráter conceitual e aplicativo da leitura. Evidentemente que um estudante de Biblioteconomia e um bibliotecário devem construir afinidades de leitura. Mas somente a leitura da palavra não garantem um bibliotecário dinâmico e destacado. Acima de tudo, para ser bibliotecário é preciso possui uma expressiva leitura de mundo, visando o desenvolvimento de uma atuação criativa na profissão através do desenvolvimento de atividades que promovam à captação de recursos diversos (humanos, estruturais, financeiros etc) para a sustentabilidade autônoma da biblioteca, além da criação de novos produtos e serviços de informação que otimizem a atuação do bibliotecário e da organização em que atua. Somente com efetiva leitura de mundo atrelada à leitura da palavra é possível dimensionar um bibliotecário criativo e inovador no sentido de contribuir ativamente com a organização e a comunidade de usuários em que atua. Portanto, creio que o quem escolhe a profissão de bibliotecário deve gostar de ler, mas, acima de tudo, compreender ás relações entre leitura de mundo e a da palavra, sendo a primeira o desafio mais concreto do bibliotecário e a segunda um fundamento que subsidia expressivamente este desafio.

10. Qual a biblioteca mais fantástica que já visitou e a que sonha ainda conhecer?

É difícil mencionar uma, mas a Biblioteca do Real Gabinete Português no Rio me encantou de forma especial. Gostaria muito de visitar bibliotecas das mais antigas Universidades europeias, bem como antigas bibliotecas públicas a fim de ampliar às possibilidades de pesquisa e construção de conhecimentos sobre a história das bibliotecas em nível global.

11. Dentre os livros que você leu, cite um e recomende.

É difícil mencionar um. Vou tentar recomendar alguns por áreas do conhecimento que já li:

  • Biblioteconomia – Rubens Borba de Moraes (Livros e Bibliotecas no Brasil Colonial); Edson Nery da Fonseca (Problemas Brasileiros de Documentação e Introdução à Biblioteconomia); Oswaldo Francisco de Almeida Júnior (Sociedade e Biblioteconomia); Francisco das Chagas (Ensino de Biblioteconomia no contexto Brasileiro e Biblioteconomia, educação e sociedade), César Augusto Castro (História da Biblioteconomia Brasileira);
  • Sociologia – Sociologia (George Simmel);
  • História – Sobre História (Eric Hobsbawm);
  • Filosofia – Para além do Bem e do Mal (Nietzsche); “Da existência ao existente” e “Totalidade e infinito” (Emmanuel Levinaz); Diferença e repetição (Gilles Deleuze), entre outros (é difícil escolher só um livro de Filosofia risos);
  • Literatura – Grande Sertão e Veredas (Guimarães Rosa); Desafio (Pedro Lyra);
  • Obras transversais (envolvem várias áreas do conhecimento) – “Direita e esquerda: razões e significados de uma distinção política” e “Estado Governo e Sociedade: para uma teoria geral da política” (Norberto Bobbio); Para onde vai o mundo? (Edgar Morin).
12. Qual sua opinião sobre o contexto atual da profissão?

O contexto atual da profissão revela muitas perspectivas e algumas limitações. No que se refere às perspectivas compreende-se o avanço de atuação sobre o chamado mercado não convencional da profissão (atuação com organização, gestão, tecnologias, fontes, serviços e produtos de informação em bancos, empresas, indústrias, hospitais, empresas de comunicação etc). Estas perspectivas provavelmente gerarão um salto qualitativo de mercado para atuação profissional. No entanto, como limitações, falta um embate político mais consistente via sindicatos, conselhos e associações, visando estimular a exploração destes mercados. Outras perspectivas referem-se à ampliação de ambientes de atuação em bibliotecas escolares e públicas nos últimos anos. Mas como limitações, temos à falta de políticas públicas consistentes para atuação em bibliotecas que prejudica, por conseguinte, a atuação do bibliotecário. Isso significa que perspectivas e limitações na profissão caminham em um conflito direto, pois, ao mesmo tempo que temos muitas perspectivas de avanço da profissão, temos limitações que inibem que estes avanços se deem de forma mais ampla e sólida. Certamente, a Biblioteconomia e a profissão de bibliotecário vem avançando em termos de reconhecimento em escala gradual, mas, pelo potencial de atuação que tem no chamado mercado não convencional e nas bibliotecas públicas e escolares é possível conquistar muito mais provando a necessidade de uma representação política mais combativa da área e a união/politização de todos os segmentos biblioteconômicos para alavancar os múltiplos contextos da profissão e da área como um todo.

13. Há algum bibliotecário (a) que você considera fora de série?


Esta é uma pergunta que muito me apraz responder, mas vou desconsiderar um pouco a singularidade e indicar mais de um bibliotecário fora de série, visto que há muitos profissionais que merecem destaque na profissão. Farei a indicação por Região/Estado, dando o devido mérito e visibilidade do motivo pelo qual caracteriza estes profissionais como fora de série:

Região Norte: Soraia Magalhães (Manaus) – pela expressiva atuação política mostrando que o bibliotecário precisa atuar para além da sua organização/instituição buscando meios coletivos de conquista. O bibliotecário é um ser político e Soraia confirma este axioma atuando no cotidiano pragmático da área.

Região Nordeste: Gustavo Henn (João Pessoa) – pelo efetivo empreendedorismo na Biblioteconomia, confirmando que o mercado autônomo também é uma alternativa viável e promissora para o bibliotecário; Fabíola Bezerra (Fortaleza) – a criação do Mural Interativo do Bibliotecário é uma ação inovadora que projeta o cotidiano da profissão estabelecendo um profícuo diálogo entre integrantes da área e oferecendo oportunidades para que comunidades externas ou adjacentes à Biblioteconomia se afinem mais com a área.

Região Centro-Oeste: Cristian Santos – além da erudição intelectiva, política e humana deste bibliotecário, o seu espírito solidário na construção da BIBLIOTECA DA DIVERSIDADE é um exemplo a ser admirado e apoiado pela área de Biblioteconomia. Cristian é peremptoriamente o que posso chamar de BIBLIOTECÁRIO TRANSVERSAL (atua de maneira dinâmica e plural correlacionando aspectos e contextos diversos da área para além da área).

Região Sudeste: Moreno Barros (Rio de Janeiro) – é um profissional com profundo espírito desbravador que atrela atuação acadêmica e profissional (atua na docência e como bibliotecário), assim como é ativista através do Blog Bibliotecário Sem Fronteiras; Chico de Paula (Rio de Janeiro) – como criador da Revista e Agência Biblioo inova na área fornecendo uma nova alternativa intelectual, política e editorial para a área de Biblioteconomia, Evidentemente que não posso deixar de mencionar outros membros da equipe que atuam ativamente para consecução do Projeto Biblioo como Rodolfo Targino (Tchê) e Hanna Gledys, ambos também do Rio de Janeiro. Tiago Murakami – profissional multiplamente atuante com vieses diversos da Biblioteconomia como organização, gestão, tecnologias e serviços/produtos de informação e criador do RABCI, um repositório alternativo de grande relevância que partilha conhecimentos e produções científicas na área de Biblioteconomia como artigos, monografias e outros textos. 

Região Sul: Catia Lindemann – uma profissional ativista que, ao empregar o termo Biblioteconomia Social, leva à plenitude o papel social do bibliotecário e da Biblioteconomia em presídios e outros ambientes até então marginalizados por parte considerável da sociedade e da própria área. É uma profissional de relevância humana, pois não vê apenas o aspecto mercadológico da Biblioteconomia em sua atuação, mas também o humano que pode não parecer ter expressão de retorno, mas, ao contrário, traz uma publicização estratégica do “servir biblioteconômico” promovendo um esplêndido caráter semântico da Biblioteconomia enquanto disciplina do conhecimento e do bibliotecário enquanto profissional ético e socialmente referenciável.

14. Do que mais gosta na sua profissão?

De duas coisas: a primeira é da atuação em bibliotecas escolares, públicas e comunitárias/populares mostrando o caráter sócio-pedagógico da profissão e a segunda é da representação ético-política na área, seja via órgãos de classe, seja como ser político. Em especial, esta segunda é uma opção que precisa ser mais dinamizada na área desde a formação acadêmica a fim de estimular uma Biblioteconomia mais politizada e combativa.

15. Fique a vontade para fazer seus comentários finais.

Em primeiro lugar agradeço pelo diálogo estabelecido em que considero muito salutar expor algumas percepções sobre a área em diversos níveis e contextos. Em segundo lugar, congratulo ao Blog Caçadores de Bibliotecas pelo trabalho desempenhado, sendo de grande relevância para a área. Em terceiro lugar, sinto-me muito honrado por seguir a área de Biblioteconomia como professor, pesquisador e bibliotecário e sonho como uma área ainda mais reconhecida do ponto de vista acadêmico, ético-político, mercadológico e humano. Por fim, coloco-me à disposição para futuros diálogos!


Foto: Acervo pessoal de Jonathas Carvalho
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