CARAL - PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE – PERU


Conforme comentei em postagens anteriores, decidi ampliar um pouco mais o quadro de informações sobre espaços culturais visitados, e nesse caso, inicio a série Patrimônios Culturais da Humanidade, destacando a Cidade Sagrada de Caral, que desde 28 de junho de 2009 passou a integrar a lista da Unesco.


Trata-se de uma cidade encontrada no Vale do Supe, considerada a mais antiga do continente americano. A civilização é contemporânea de outras como: Egito, China, Mesopotâmia, etc.



Possui cerca de 65 hectares com centro urbano, que se destaca por uma arquitetura riquíssima que dispõe de pirâmides, templos, anfiteatro e praças circulares. Até agora, foram encontradas 32 estruturas em forma de pirâmides e a maior de todas, possui 18 metros de altura. Um dado curioso é que a construção dessas pirâmides coincide com a data em que a civilização egípcia estava também construindo as suas pirâmides...


Ao percorrer o sítio é possível observar homens e mulheres trabalhando na escavação do local que aos poucos vem revelando uma civilização detentora de grande engenhosidade.


Quando criança, costumava dizer que um dia estudaria sobre povos antigos, cresci e não pude fazer arqueologia, contudo, jamais perdi o gosto e o respeito pelos registros deixados por civilizações passadas e, claro isso contribuiu para que me sentisse absolutamente privilegiada por tudo que vi e aprendi sobre Caral.


A cidade Sagrada de Caral recebe um número pequeno de visitantes, a maioria prefere ver Machu Picchu, contudo, posso assegurar, esse lugar é também dotado de grande energia...e merece ser desvendado!



As visitas ao sítio são guiadas e o percorrido dura em média 60 minutos. O local está aberto de segunda a domingo no horário das 9:00 às 16:00h. A tarifa de entrada quando lá estive era: adulto (11.00 soles), o equivalente a R$ 6,50 em real. Estudantes e professores pagam meia entrada (com apresentação de carteira).


Caral é um lugar que estará sempre em minhas lembranças...as imagens iniciais desta postagem, correspondem a algumas tomadas que antecedem a chegada ao sítio arqueológico. O caminho é muito bonito!

Fotos: Soraia Magalhães e Peter Janzon
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