ESCOLA ESTADUAL BARÃO DO RIO BRANCO - BIBLIOTECA EM MANAUS


A Escola Estadual Barão do Rio Branco foi fundada em 1905 e por muitos anos funcionou como um dos grupos escolares da cidade de Manaus. Seu nome refere-se a uma homenagem prestada a José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco. 



Ao longo de suas atividades teve alunos ilustres como Serafim Corrêa e Jeferson Péres. Nos dias atuais oferece ensino fundamental para uma clientela formada por cerca de 600 alunos.



É uma Escola com excelente infra-estrutura e está localizada em um belo e preservado casarão da avenida Joaquim Nabuco que dispõe de salas climatizadas, refeitório, laboratório de informática e áreas destinadas as práticas de leitura.


Quando visitei pela primeira vez a Escola perguntei se havia algum profissional bibliotecário, me afirmaram que sim. Voltei num outro dia e descobri que era uma educadora com formação em Pedagogia.

Ok, sabemos que a maioria das escolas ainda não possuem em seus quadros bibliotecários e que as atividades realizadas nas bibliotecas escolares são efetivadas por professores readaptados, contudo não é pertinente que esses profissionais sejam chamados de bibliotecários.


O cartaz acima apontava a importância da leitura, haviam outros cartazes e informações gerais sobre os números e até um breve histórico da Escola.


Sobre o espaço da biblioteca, o acervo é formado por livros para consulta didática e literatura. Em uma sala menor são realizadas atividades de incentivo à leitura com ações de contação de história que ficam a cargo dos próprios professores. Na imagem abaixo, o exemplo de um apetrecho utilizado para essas atividades.


Muito bom o espaço físico da Escola e principalmente da biblioteca. Creio porém que a criação de serviços e projetos para a dinamização da biblioteca poderia representar um salto qualitativo na vida cultural dos alunos. A Lei nº 12.244 que prevê a universalização das bibliotecas escolares no Brasil repercute como uma perspectiva de mudança...nesse sentido a parceria entre pedagogos e bibliotecários nesse processo poderá fazer toda a diferença!

Fotos: Soraia Magalhães
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