MUSEU DE ARTE CICLÁDICA - ATENAS


Embora não seja um dos mais conhecidos, o Museu de Arte Cicládica é um dos mais interessantes de Atenas. Sua coleção contém objetos muito valiosos e a grande variedade de figuras do período cicládico formam uma exposição muito especial.

O Museu, inaugurado em 1986, exibe mais de 3 mil objetos provenientes das Ilhas Cíclades, Chipre e da Grécia antiga, que testemunham a passagem das diferentes culturas que floresceram no mar Egeu e a leste do mar Mediterrâneo, entre os séculos IV a.C. e VI d.C.

As Cíclades (Κυκλάδης, em grego) é um grupo de ilhas no sul do mar Egeu que formam uma espécie de círculo (kyklos) à volta da ilha sagrada de Delos, no Mediterrâneo. São mais de 200 ilhas, das quais as maiores são Amorgos, Anafi, Andros, Antiparos, Ceos, Delos, Donoussa, Folegandros, Ios, Irakleia, Kimolos, Cufonísia, Cítno, Milos, Míconos, Naxos, Paros, Santorini, Schoinoussa, Sérifo, Sifnos, Sícinos, Siro, Terásia e Tinos.


Os objetos de arte se encontram distribuídos nos quatro pavimentos do Museu, de forma temática:

Arte cicládica: objetos em pedra, mármore, argila e metal que representam figuras da cultura cicládica realizadas entre os anos 3.200 e 2.000 a.C. Algumas dessas peças lembram esculturas modernistas.





Arte da Grécia antiga: objetos de cerâmica e vidro, armas, joias, vasilhas provenientes das sociedades que se encontravam junto ao Mar Egeu entre o ano 2.000 a.C. e o século IV d.C.







Arte do Chipre antigo: objetos de pedra, argila, mármore, bronze, ouro e prata da civilização cipriota do período calcolítico até o início do período bizantino.







Cenas da vida cotidiana na antiguidade: exposição de objetos, acompanhadas de explicações dos seus diferentes usos.





O Museu de Arte Cicládica é um ótimo programa até para quem não gosta muito de museus, ou se cansa facilmente dentro deles, porque o acervo não é muito grande e os objetos estão expostos de forma agradável. Duas horas de visita são suficientes para ver todas as salas com tranquilidade, e ainda apreciar a bela arquitetura do edifício.



Fotos: José Estorniolo Filho e Marina Macambyra, exceto a do edifício do museu e o mapa com as ilhas
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