LEITORINHAS INDÍGENAS, MEMÓRIAS DO ARCA DAS LETRAS

Em 2013 vivi uma das experiências com a Biblioteconomia das mais marcantes, o trabalho com o projeto Arca das Letras.
 
No âmbito do fazer bibliotecário era o caos, pois em termos de gestão era pensada mais como elemento de estatística, sem profissionais da área e com pessoas pouco comprometidas com a luta por bibliotecas  e eu sou muito cabeça dura pra essas coisas.

O trabalho porém, me permitiu ver de perto um Brasil esquecido em termos de acesso ao livro, mas também encontrar momentos cheios de ternura, como esse, dessas duas menininhas encantadas com revistas em quadrinhos.

Uma Arca das Letras estava em exposição durante a realização da 12 edição dos Jogos dos Povos Indígenas de Cuiabá em 2013.

Era bonito observar durante os dias de trabalho, quem ia ao encontro desse pequeno expositor de livros.

Hoje, quando se celebra o Dia do Índio no Brasil, creio não haver o que comemorar, mas devo dizer que ainda sonho com o dia em que nossas bibliotecas, especialmente as públicas contarão com muito da literatura indígena produzida no país, bem como oferecerão serviços e suportes necessários para acolhimento e inclusão de todos os públicos. 

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Foto: Soraia Magalhães, nov. 2013
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