BIBLIOTECA DE SÃO PAULO


Um encontro na cidade de São Paulo foi o meu presente para Camila, minha filha que comemorava seu vigésimo aniversário. Seus presentes vieram por meio de uma porção de atividades culturais que realizamos juntas, como a visita ao Museu da Língua Portuguesa, o passeio no Parque Ibirapuera onde pudermos ver  a Exposição CORPOS e o show de Nando Reis, Paula Toller e Roberta Sá; a peça "O Poeta e as Andorinhas", baseado na vida e obra de Oscar Wilde, no Teatro Imprensa e visitas a pequenas e grandes bibliotecas.


Mesmo com o enumerado de coisas que fizemos, um dos momentos mais marcante dessa viagem foi a visita à belíssima Biblioteca de São Paulo, que foi construída no parque da Juventude, na área onde funcionou o antigo Complexo Penitenciário do Carandiru e que foi transformado em parque em 2007.


É uma biblioteca com visual muito jovial e aconchegante. Custou cerca de R$ 12,5 milhões e vem atraindo a atenção de usuários por oferecer além de livros, outras mídias, como CDs e DVDs.


A biblioteca mais parece uma enorme e sedutora livraria e um elemento muito expressivo diz respeito ao horário de atendimento, pois funciona até as 21 horas de segunda a sexta-feira e até as 19 horas aos sábados, domingos e feriados. A ideia é fazer com que as pessoas também possam frequentar o espaço após o expediente de trabalho.


O acervo é formado por cerca de 30 mil livros e 4.000 CDs e DVDs. Há livros para todos os públicos, desde autoajuda a romances, livros infantis e infanto-juvenis e muitos outros. Há também jornais e revistas.


Mila e eu nos sentimos muito bem na nova Biblioteca de São Paulo. Lemos livros infantis, brincamos com fantoches, percorremos os espaços e aproveitamos para fotografar e conversar com alguns usuários. As horas passaram e nem sentimos. 




A Biblioteca de São Paulo segue a linha das bibliotecas parque, penso que este é um exemplo de esforço em prol do incentivo à leitura que deve ser seguido por outras cidades brasileiras.


Torço para que ações dessa natureza cheguem aqui pelas bandas da região Amazônica com a mesma força e intensidade.

Imagens: Soraia Magalhães

Fontes consultadas: Biblioteca de São Paulo
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